Atrativos singulares, Eventos, Rotas e Roteiros

As cidades que querem atrair visitantes podem realizar diagnóstico profissional na estruturação da sua oferta de bens, equipamentos e/ou serviços. Inicialmente, identificar os atrativos naturais, paisagísticos, culturais, históricos e artísticos que podem exercer intensidade motivacional sobre o visitante. O atrativo ou recurso turístico pode ser entendido como todo bem natural ou cultural e todo evento que motivem ou venham motivar a visitação turística, bem como toda instalação ou equipamento destinado ao consumo do tempo livre do visitante. O fenômeno turístico só tem lugar se existem certas atrações que motivem o viajante a abandonar seu domicílio habitual e permanecer certo tempo fora dele. Convém salientar que atração turística é a força capaz de atender a necessidade do visitante na sua busca por singularidades. Pode ser   paisagística, como uma bucólica vila de pescadores à beira mar ou uma casa de agricultores no meio rural. Pode ser também uma série de obras e ações realizadas pela atividade humana em determinada região, assim como suas festas, costumes, folclore e artesanato, saberes e fazeres tradicionais. Os atrativos naturais e culturais variam de região para região, assim como de cidade para cidade, incluindo as influências das formações geológicas, climas, mares, rios, cascatas, floras, faunas, entre outros aspectos capazes de atraírem visitantes, interessados em experiências durante suas visitas. Nem sempre são identificadas as preferências dos visitantes. Entretanto, observa-se que os fluxos de visitantes para determinados destinos turísticos, envolvem os atrativos singulares; os eventos realizados; as suas participações nas rotas e com roteiros diferenciados, sempre com apoios profissionais, evitando-se os serviços de curiosos e amadores que podem prejudicar as ações da hospitalidade. Com o desenvolvimento do fenômeno turístico, as ações profissionais são exigidas desde do planejamento, gestão, avaliação constante da satisfação, utilização de avanços tecnológicos na operação receptiva de cada visitante. São necessários recursos humanos, materiais, financeiros e sistêmicos entre parcerias públicas e privadas. É óbvio que a comunidade deve fazer a opção para influenciar as Políticas Públicas, incluindo os investimentos na infraestrutura e serviços para o bem receber e que fica para o habitante, quando o visitante retorna à sua residência. Afinal, se a cidade é boa para quem nela habita, então é boa para quem a visita. É simples, assim. Será? Respeitam-se todas as opiniões contrárias. São reflexões.  Podem ser úteis. Pensem nisso.

Abdon Barretto Filho

Abdon Barretto Filho

Economista e Mestre em Comunicação Social. Especializado em Economia, Comunicação e Marketing aplicados às Cidades ( City Marketing),Empresas e Entidades, destacando-se Eventos, Hotelaria, Hospitalidade e o Turismo. Consultor, Conferencista, Conselheiro, Diretor, Escritor, Colaborador em Veículos de Comunicação

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Abdon Barretto Filho
Economista e Mestre em Comunicação Social.

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