A Economia, a Política e o fenômeno turístico

Abdon Barretto Filho –  Economista, Mestre em Comunicação Social

A Economia e a Política são variáveis incontroláveis que influenciam as vidas de todos e são algumas das bases da Civilização humana. Na realidade, estamos evoluindo mais rapidamente devido à globalização da Economia, aos avanços tecnológicos, às desregulamentações de mercados e a busca da sustentabilidade do planeta. Convém salientar que a Civilização humana é o estado de cultura social, caracterizado por um relativo progresso no domínio das ciências, da religião, da política, das artes, dos meios de expressão, das técnicas econômicas e científicas, e de um grau de refinamento dos costumes. É importante lembrar que a Economia e a Política são resultadas das escolhas dos eleitores em regime democrático e das Gestões dos seus representantes. Dependendo do modelo político utilizado, o fenômeno turístico pode ser ou não incentivado. As relações geográficas, culturais, educacionais, econômicas, sociais e políticas estão no sistema da valorização do sistema turístico e da hospitalidade. São indispensáveis gestores profissionais, dedicados e competentes, com apoios políticos e investimentos. Infelizmente, no setor público, não existem continuidades dos bons trabalhos realizados devido às constantes mudanças políticas que contemplam cargos e funções aos neófitos de partidos políticos que sempre recomeçam trabalhos que deveriam ser preservados e valorizados. Muitos recursos públicos são desperdiçados porque projetos foram interrompidos. São irritantes as discussões sobre eternos potenciais das ofertas turísticas quando todos deveriam saber das necessidades de parcerias públicas e privadas para estruturação da oferta turística, da qualificação e promoção do destino (City Marketing). O nosso Brasil tem problemas na preservação do meio ambiente; na geração de emprego e renda; na educação; na baixa produtividade; na distribuição de renda, entre outros.  São resultados das políticas e das escolhas do passado. No século XXI, está comprovado que a Economia do Turismo pode contribuir nas Políticas Púbicas e nas possibilidades de novos negócios empresariais. A partir do Diagnóstico do setor que impacta em muitas áreas que integram o fenômeno mundial, constata-se que os fluxos de visitantes, atraídos com planejamento profissional, geram empregos, rendas, impostos e autoestima da população. Os festejos populares e os eventos são bons exemplos para o desenvolvimento do fenômeno turístico. Não podemos esquecer as constantes e indispensáveis utilizações dos meios de comunicação e os serviços profissionais especializados de Relações Públicas, Publicitários, Jornalistas e técnicos em Marketing Turístico, entre outros. Algumas perguntas devem ser respondidas para afastar as ilusões para alguns destinos turísticos que não recebem visitantes mesmo com muitos apoios políticos equivocados, enquanto outros são esquecidos devido às influências políticas. O Mercado não funciona assim. É a Demanda quem manda no fenômeno turístico, também. É assim em todo o mundo. No Diagnóstico profissional os problemas podem ser identificados para realizações de Prognósticos. Será? Respeitam-se todas as opiniões contrárias. São reflexões. Podem ser úteis. Pensem nisso.

Abdon Barretto Filho

Abdon Barretto Filho

Economista e Mestre em Comunicação Social. Especializado em Economia, Comunicação e Marketing aplicados às Cidades ( City Marketing),Empresas e Entidades, destacando-se Eventos, Hotelaria, Hospitalidade e o Turismo. Consultor, Conferencista, Conselheiro, Diretor, Escritor, Colaborador em Veículos de Comunicação

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Abdon Barretto Filho
Economista e Mestre em Comunicação Social.

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